9.3.11

Acabei com o Facebook





E fui ver a vida lá fora.

(fotografias da Annie armada em fotógrafa)

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Somewhere Coppola

Estou novamente a escrever umas quantas coisas simples ali. Vejam e ajudem com críticas. E vejam o filme, acima de tudo.

(para ler o texto na íntegra cliquem no menu 'cinema' no final da página da Magnética Magazine; merci)
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PR em posse

E não é que o gajo afinal fala?

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25.2.11

Moral Pífia

Ele* disse:

passou o véu da lascívia por lixívia, no alguidar da moral.
permaneceu tudo igual, igualíssimo, igual à velha moral.
o gume da faca da estética à vista, fuck!, está a brilhar.
o outro, não sei.

moral da história:
não há sangue que manche o vestido despido,
o véu-réu,
se o despido vestido for da cor-sangue.




Eu disse:


e acrescentei:

não há lixívia que dispa
não há vestido vestido
fuck me!, não é cor, é o vermelho incarnado da cor.



*Ele: o Tiago O Gago (sempre consensual)

(a fotografia é minha)

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Algures debaixo de água e depois...









Estou desde aquidebaixo de água a enrugar a pele. Para o bem ou para o mal, ando tão entretida. E vem aí o Sol (aposto que por esta ninguém contava) e vai ser assim, cá fora, para secar:





(The Strokes- I'll try anything once)

Sit me down, 
shut me up.
I'll calm down.
and I'll get along with you,

(...)

Why not try it all,
if you only remember it once,
Oooooooooooo


Fotogramas do filme Somewhere de Sofia Coppola, 2010.

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12.2.11

The PitchBoys and a little bit of a Girl




Hoje há Rock'n Ramboia no Clandestino em Aveiro.


'a little bit of a Girl' porque o cartaz é meu. E para as miúdas está prometido isto! = <3

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11.2.11

5 pontos na cabeça.

E dói-me o juízo.

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Pomba branca, em português

Aqui, da guerra, já não sobra nada.

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Fidelidade





Ser teimosa até na fidelidade é uma coisa fodida.
Reformulando; ser teimosa até na fidelidade acaba por ser uma coisa pouco fodida.

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6.2.11

Revelar a Annie que há dentro de mim



Estou muito contente com o meu último rolo. Oh  la-di-da, la-di-da, la la

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4.2.11

La-di-da, la-di-da, la la.


(tão fixe e música aqui)

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Linha ténue, ténue, ténue.




Este homem fez de mim uma pedante... uma desarticulada mental, uma descrente na composição académica, uma fraude. Amo-te Loznitsa! Aiii, (ups) merda.


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2.2.11

Vontadinhas





Vá, ao estilo de muitos blogues da especialidade *, **, ****, até vos dou isto em grande! Mas não digam que vão daqui.

Fotogramas do filme Les Amours Imaginaires de Xavier Dolan, 2010.

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Les amours imaginaires





Sim, dei-me ao trabalho de os organizar por cores.


Fotogramas do filme Les amours imaginaires de Xavier Dolan, 2010.


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27.1.11

Loucura, cura. Mortal. Sagrada, agrada. Mortal. Atadura, dura. Mortal.





E nada mais tenho a dizer.
(ponto final).

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25.1.11

Have one on you




Joanna Newsom- You and Me, Bess

Agradeço o dia de hoje, inteiramente, ao Pedro.  

A Joanna Newsom no Teatro Aveirense, hoje, finalmente, às 22h.



A fotografia de Mary Robinson.

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23.1.11

Always look at the bright side of life

Depois de ter ido votar e de ter permitido que a minha irmã me cortasse o cabelo, vejo agora que a coisa mais útil e acertada que fiz hoje foi o sudoku do Expresso.

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Do corte. E do recorte

Ainda sobre isto, adorei isto!

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19.1.11

You're inocent when you dream




S. Carey- Mothers

Eu sonho com coisas estranhas; é verdade. Uma das minhas últimas aventuras foi ter sonhado com este senhor da fotografia: o senhor S. Carey; nome que desconhecia até hoje...quer dizer, ele também não se apresentou no sonho... ninguém faz isso nos sonhos dos outros, não é? deve ser falta de educação, digo eu... não sei... 
Mas adiante; basicamente este senhor, que sempre foi passando mais ou menos despercebido, fazia-me as delícias cada vez que abria a boca (comprovar solos aquiaqui) e no sonho ele dizia-me o seguinte (e em português): " vai ouvir os meus álbuns porque já toda a gente está a fazer boas críticas para o meu trabalho de 2011." Foi só isto o sonho (nem beijinhos nem nada...que era o que vocês estavam à espera, não era?).
Então hoje fui procurar o trabalho dele e... nem é mau. Fiquei a achar que ele foi um gabarolas no meu sonho; mas só por se ter dado ao trabalho de aparecer, dedico-lhe um post inteirinho. 

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17.1.11

kiss kiss, bang bang




Depois de kiss kiss já não respondo bang bang. Estou a guardar balas. 

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16.1.11

How to ask






Lisboa é uma menina de saias curtas e maus caminhos.


(Nota: Faço-lhe este post porque tenho a fotografia perfeita da Joana Colomar)


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Trenes VS Autobuses






Peco por nunca me saber explicar, mas... o que te queria dizer no outro dia é que existe uma coisa maravilhosa nas viagens de Comboio: os estendais. Os estendais repletos de pano esticado pelos colarinhos. Todas as roupas e a suas cores tendenciosas às manchas verdes das paisagem. As roupas e as suas possibilidades, entendes? As histórias dos estendais.

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12.1.11

Sergei Loznitsa

Oh malta das Lisboas.
Se até a Annie vai estar por ali... onde é que vocês se vão enfiar?

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11.1.11

Then let me go







Foi, sem querer, para o bem.


Fotogramas do filme Driving Lessons de Jeremy Brock, 2006
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6.1.11

Eva Rubinstein



Se me disseres o teu nome eu vou morrer.


Fotografia de Eva Rubinstein

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4.1.11

Annie a jogar Time's Up







Sóbria:
Personalidade a adivinhar: Harrinson Ford.
Pistas dadas por mim: Aquele senhor muito amigo da Agnès Varda quando ela viveu em Los Angeles
Respostas obtidas: Han????!!
Pistas que podia ter dado para que toda a gente tivesse lá chegado: Actor do Indiana Jones.


Personalidade a adivinhar: Madame Bovary.
Pistas dadas por mim: Aquele romance... A Leonor Silveira era a  protagonista do Manoel de Oliveira quando ele se baseou num outro romance da Agustina Bessa Luís...
Respostas obtidas: Han????!!
Pistas que podia ter dado para que toda a gente tivesse lá chegado: Gustave Flaubert (yaaa, sou uma destrambelhada).



Bêbeda:
Personalidade a adivinhar: Uma Thurman.
Pistas dadas por mim: Aquela actriz muito parecida comigo (a bebedeira aumenta-me o ego, é verdade).
Respostas obtidas aos gritos: Uma Thurman (e eu: han????!!).
Pistas que podia ter dado para que toda a gente tivesse lá chegado: Aquela actriz muito parecida comigo (ahaha).

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3.1.11

TULPAN de Sergey Dvortsevoy em crítica na Magnética Magazine





Agora com um bocadinho mais de seriedade, essa tal de Ana Rocha escreveu sobre o filme Tulpan para os Magnéticos. Na revista apenas aparece a sinopse do texto, mas podem ler a crítica completa do filme no portal da Magnética Magazine (o portal está abaixo da revista). Ora clica aqui, meu amor.

Opiniões e ajudas à navegação são bem-vindas. Já agora, vejam o filme que é maravilhoso.

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Conversa imaginada na estação de comboios (réplica nº1)




Pela primeira vez, algo que nos trespassa; que nos atravessa pelos braços o fluxo do peito preso aos carris.




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Conversa imaginada na estação de comboios





A- Eu estive aqui à espera do teu comboio e sinto, exactamente agora, que não estou a dignificar o Cinema. Tu sabes que eu amo o Cinema. Tu sabes, não sabes?

M- Sei.

A- Os Lumière filmaram a chegada de um comboio à estação. Foi das primeiras projecções a serem mostradas. As pessoas estavam a ver o filme e tiveram medo. Pensavam que o comboio ia sair da imagem e iria contra elas. Deve ter sido maravilhoso; imaginas? Assistir a isto pela primeira vez? Numa máquina que filmava e projectava num momento único de verdade. Nada era tocado... era tudo verdade. Numa máquina que ainda não tinha nenhuma credibilidade. Mas era tudo verdade. Entendes? E eu estive à tua espera. Não sei se dignifiquei o Cinema. Não sei...

M- Vamos.

A- Sim! Vamos.


L' Arrivée d'un train à La Ciotat, irmãos Lumière, 1895. Tenho grandes dúvidas em relação à origem da música do vídeo. Portanto, esqueçam a música. 

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2.1.11

2011 ou And it beats me, but I do not know


Ser mais inteligente do que o simples acto de corromper as palavras de Claude Lévi-Strauss aplicando-as à minha vida é não citar isto,  por exemplo:

" Nada mais errado, portanto, do que convencê-los de que estão comprometidos; mesmo quando julgam estarem-no, o seu compromisso não consiste em aceitar um certo número de dados identificando-se com uma das funções, assumindo as suas responsabilidades e os seus riscos pessoais; antes o julgam de fora como se não lhe dissessem directamente respeito; o seu compromisso continua a ser uma forma particular de continuarem descomprometidos".

Excerto do livro "Tristes Trópicos"  de Claude Lévi-Strauss, capVI- 'Como me tornei etnógrafo'


Mas eu ainda não sei. Mas eu ainda não sei. Mas eu ainda não sei. 

(Caso não tenhas entendido, este é o meu compromisso para o ano. Comprometidamente.)

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