24.4.11

Passei a Páscoa com o Manel Augusto, o Magusto, o Cobrejão Estelar

O Magusto é padre. Não voltou a repetir o que me tinha dito daquela vez: "amar com criatividade, Ana."
Falámos da dor.
Cada coisa a seu tempo.

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13.4.11

O Amor em Fuga


O dia foi longo. Houve baús poeirentos, roupa lavada estendida, passeios na praia, corridas no parque, beijos e salada de queijo fresco. Depois banho; e para terminar um grande dia nada me faz respirar mais o sabonete de mel do meu corpo do que um Truffaut no sofá.
Amor em fuga, pela milésima vez, será.

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12.4.11

Let me torture you a little bit...



but, still, with tender love. 

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7.4.11

A imobilidade sempre me fugiu do carreiro



(Nos últimos tempo, não existe imagem que me atormente tanto como esta. Aguentem-se aí.)

Christina's World de Andrew Wyeth, 1948.

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Losing the war


As casas dos soldados-amor vêm marcadas nas listas dos endereços sem fala. Os soldados-amor chegavam a casa, despiam os rectângulos coloridos e calavam-se. Viam crianças a correr e se caíam, não as amparavam. Irritavam-se com os choros dos civis. Sonhavam falar outros idiomas para poderem passar despercebidos. Nunca se sentavam em terra batida e o pó do chão amado, sonhavam comê-lo na ponta das velhas espingardas. Não falam nem para dizer que a guerra é dura, não falam, nem para dizer que desesperam ser amados uma última vez.

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Quero voltar a ter um gato...


Para lhe dar o nome de Fellini.

(esta era a minha/nossa Leloo que passava o dia na minha cama a espalhar magia e pêlo como uma rainha)

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3.4.11

Amar em francês



Comme des enfants de Coeur de Pirate

Agora todos:
Encore, et moi je t'aime un peu plus fort
Mais il m'aime encore, et moi je t'aime un peu plus fort
...

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2.4.11

Amar em alemão



Tokyo-Ga de Wim Wenders, 1985. 

Amo Ozu por amar Wim Wenders. Aconteceu assim. Peço desculpa. Talvez Wenders seja mais uma etapa do caminho, mas, e ainda que me falte ouvir coisas de realizadores como a Claire Denis, o Kaurismaki, o Jim Jarmusch, o Hou Hsiao-Hsien ou o nosso Pedro Costa; por agora... só quero amar Ozu em alemão. 
Depois virão as outras etapas, eu conheço-me... do japonês ao português; amá-lo terá todo o  tempo . 

Note-se que embora  Wim Wenders seja alemão, ele narra o filme em inglês, mas não é isso que me interessa.

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1.4.11

Assusta-me, fascina-me, desafia-me.







Holly- Got any whiskey upstairs?
Paul- But you've had enough.
Holly- Go ahead. Get the whiskey. I'll pay you for it.
Paul- Holly, please.
Holly- No, no. You disaprove of me, and I do not accept drinks from gentlemen who disaprove of me. I'll pay you for my own whiskey. Don't you forget it.
Paul- Holly.
Holly- I do not accept drinks from disaproving gentlemen, especially not disaproving gentlemen who are kept by other ladies. So take it. You should be used to taking money from ladies by now.
Paul- If I were you, I'd be more careful with my money. Rusty Trawler is too hard a way of earning it.
Holly- It should take you exactly four seconds to cross from here to that door. I'll give you two.


Fotogramas e diálogo do filme Breakfast at Tiffany's de Blake Edwards, 1961.


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30.3.11

Nos dias que correm, em Aveiro, já tudo me começa a despertar um interesse fora do comum.



           A palestra do próximo dia 30 de Março, será apresentada pelo Prof. Doutor José Fernando Mendes, investigador internacionalmente reconhecido pelo seu trabalho na Teoria de Redes e vice-reitor da Universidade de Aveiro.

O tema da última conferência do “Horizontes da Física 4” é dedicado a uma das mais recentes áreas de estudo da Física, a Teoria de Redes. Será apresentado, de uma forma clara e acessível, a origem de algumas redes hoje tão utilizadas no dia-a-dia, tal como a Internet e as redes sociais ou descobrir como funciona o algoritmo do PageRank usado pela Google.
Qual terá sido o contributo da Física nesta área? Será que a Física ajuda mesmo a ganhar milhões?


Vamos a isto!!



25.3.11

Obrigadinha, man.

Venho por este meio agradecer, oficialmente, ao menino que ontem fez uma inversão de direcção na rotunda das pontes para parar o carro perto de mim e dizer-me: "eu queria tanto conhecer-te."
Obrigada, man. Aumentaste-me o ego deliberadamente.


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24.3.11

Bom Inverno em Junho



Junho é o mês dos regressos. I can't wait!

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23.3.11

Cleópatra

Eu estava a ter um dia tão maravilhoso até ter sabido que a Elizabeth Taylor morreu.

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Efemeridade

A efemeridade tem este poder aterrador de nos prender até ao limite das vezes que temos. Quantas temos? Quantos somos?

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15.3.11

O man foi-se e deixou-me com o vício dele nas mãos.




Wild Nothing- Live in dreams


Sitting on the cigarette butt front porch
I could ask you "are you dead like me?"
Call me what you will, but call me again
It's true I don't talk too much

Because our lips won't last forever
And that's exactly why
I'd rather live in dreams and I'd rather die
Because our lips won't last forever
And that's exactly why
I'd rather live in dreams and I'd rather die

Pretty face could you make the jump with me?
I'm dying just to let things go
Do you remember the lightening storm?
It was the first time that I really felt you

Because our lips won't last forever
And that's exactly why
I'd rather live in dreams and I'd rather die
Because our lips won't last forever
And that's exactly why
I'd rather live in dreams and I'd rather die

We've got eyes on the back of our heads
We've got eyes on the back of our heads
We've got eyes on the back of our heads
We've got eyes on the back of our heads


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13.3.11

Prendas (réplica nº2)


Postais... é outra coisa que eu adoro receber. Sueco, por outro lado, já é uma coisa que eu não entendo.
Se alguém souber traduzir decentemente (e me quiser dizer); diz assim: 

PRESENTKORT
PÃ VALFRITT
BIO-BESÖK.

Obrigada, meu querido.

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Prendas (réplica nº1)



Para quê comprar literatura erótica se o Sacana envia-te o que escreve para tua casa?
Maravilha. Muito obrigada.

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Prendas




A Menina Limão é uma queridaaaa! E manda-me estas coisas. 
(para a próxima ficas a dormir na garagem... e mal posso esperar, estás a entender?!)

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11.3.11

Queres'ber ?!!

Alguma coisa os meus pais (divorciados) devem ter de sagrado entre eles. Não é coincidência que no mesmo dia receba o mesmo e-mail de ambos a alertar-me sobre regras de trânsito.
Hmmm...
Espera lá! A coisa sagrada serei eu e a minha forma de conduzir? Ói!!

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9.3.11

Acabei com o Facebook (réplica nº1)

(Shó pra dizjer, relativamente ao post anterior, que eu não usava o FarmVille.)

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Acabei com o Facebook





E fui ver a vida lá fora.

(fotografias da Annie armada em fotógrafa)

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Somewhere Coppola

Estou novamente a escrever umas quantas coisas simples ali. Vejam e ajudem com críticas. E vejam o filme, acima de tudo.

(para ler o texto na íntegra cliquem no menu 'cinema' no final da página da Magnética Magazine; merci)
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PR em posse

E não é que o gajo afinal fala?

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25.2.11

Moral Pífia

Ele* disse:

passou o véu da lascívia por lixívia, no alguidar da moral.
permaneceu tudo igual, igualíssimo, igual à velha moral.
o gume da faca da estética à vista, fuck!, está a brilhar.
o outro, não sei.

moral da história:
não há sangue que manche o vestido despido,
o véu-réu,
se o despido vestido for da cor-sangue.




Eu disse:


e acrescentei:

não há lixívia que dispa
não há vestido vestido
fuck me!, não é cor, é o vermelho incarnado da cor.



*Ele: o Tiago O Gago (sempre consensual)

(a fotografia é minha)

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Algures debaixo de água e depois...









Estou desde aquidebaixo de água a enrugar a pele. Para o bem ou para o mal, ando tão entretida. E vem aí o Sol (aposto que por esta ninguém contava) e vai ser assim, cá fora, para secar:





(The Strokes- I'll try anything once)

Sit me down, 
shut me up.
I'll calm down.
and I'll get along with you,

(...)

Why not try it all,
if you only remember it once,
Oooooooooooo


Fotogramas do filme Somewhere de Sofia Coppola, 2010.

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12.2.11

The PitchBoys and a little bit of a Girl




Hoje há Rock'n Ramboia no Clandestino em Aveiro.


'a little bit of a Girl' porque o cartaz é meu. E para as miúdas está prometido isto! = <3

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11.2.11

5 pontos na cabeça.

E dói-me o juízo.

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Pomba branca, em português

Aqui, da guerra, já não sobra nada.

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Fidelidade





Ser teimosa até na fidelidade é uma coisa fodida.
Reformulando; ser teimosa até na fidelidade acaba por ser uma coisa pouco fodida.

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